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Foto Eduardo Costa

                   


fotochora2.jpg (8213 bytes)Fundada em 1888, a empresa do Eduardo Jorge, foi uma das empresas  que ajudou o alfacinha, deslocar-se dentro da cidade, de uma forma económica . Os suas carroças puxadas a mulas eram bem conhecidas dos lisboetas, que muitas vezes as preferiam  em detrimento dos "americanos" da Carris, pois o preço das suas viagens manteve-se praticamente  inalterado durante os 26 anos da sua existência.

Conhecido como o CHORA, alcunha que alguns afirmam  derivar do facto, de "se andar sempre a chorar" junto do seu circulo de amigos, devido às dificuldades que a forte concorrência da  Carris lhe trazia, afirmando outros que o alcunha derivava antes, do facto das suas carroças produzirem ruídos que eram semelhantes a lamentos, quando calcorreavam as ruas da cidade.

Fechou as portas em 1917, pois não conseguiu sobreviver à concorrência que lhe era movida pelo carro eléctrico e pelas dificuldades resultantes do pós guerra. Reabriu  12 anos depois, agora já não com o popular Chora, mas com uma empresa de camionagem, que tinha a sua sede na Amadora, e que se manteve até finais dos anos 70, altura em que foi nacionalizada e passou a fazer parte da Rodoviária Nacional.


Bilhete de 20 Réis mostrando
uma carruagem do "Chora
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